eTudo o que foi dito na sessão extraordinária do Conselho de Segurança da Rússia se refere ao reconhecimento dos separatistas das Repúblicas Populares de Donetsk e Luhansk em preparação para a guerra, diz nosso correspondente estrangeiro sênior Roland Oliphant.

Sergei Shoigu, o ministro da Defesa russo, informou a reunião sobre o suposto reforço das forças ucranianas no Donbass e sua suposta integração no território russo.

Ele alegou que a Ucrânia era governada por nacionalistas extremistas violentos e até especulou que a Ucrânia poderia até tentar adquirir uma bomba nuclear.

Sergei Lavrov, o ministro das Relações Exteriores, afirmou que os Estados Unidos não aderiram às propostas da Rússia para um compromisso e não estava claro para onde a diplomacia estava indo.

Dmitry Kozak, responsável pelas negociações com a Ucrânia, disse que o processo de paz de Minsk é o “marco zero”.

Finalmente, Mikhail Mishustin, o primeiro-ministro, informou a reunião sobre os riscos que o país pode enfrentar – e por que estava tão bem preparado para eles.

O reconhecimento não precisa significar guerra: Putin poderia simplesmente enviar tropas para proteger o território atualmente controlado pelos separatistas e parar na atual linha de comunicação, para aumentar a pressão sobre a Ucrânia.

Mas os separatistas controlam apenas um terço do território que reivindicam. O resto das regiões de Donetsk e Luhansk estão sob controle ucraniano.

Se ele decidir apoiar essas alegações, isso significa guerra. Seus ministros e conselheiros acabaram de apresentar uma variedade de desculpas duvidosas para justificar uma invasão mais ampla.

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