O líder do PSD, Roy Rio, alertou que sanções brutais impostas à Rússia podem repercutir no resto da Europa.

Um pouco semelhante ao do líder comunista Jerónimo de Sousa (clique aqui), o Sr. Rio pode ter perdido o ponto.


O primeiro-ministro Antonio Costa descreveu o ataque militar da Rússia à Ucrânia como uma “guerra contra a democracia”.

Escusado será dizer que a dor econômica em tal cenário deve ser melhor do que a tirania e a ditadura.

Para ser justo, o Sr. Rio – que renunciou como resultado de uma eleição sem brilho em janeiro, mas cujo sucessor ainda não foi escolhido – indicou que apoia um terceiro nível de sanções, mas acredita que elas devem ser tomadas depois. Os efeitos dos dois primeiros níveis foram devidamente estudados.

Podemos explodir, se um de nós permitir esse prazo, destruir a economia russa, mas precisamos estar preparados porque isso também é difícil para nós. Temos que medir exatamente o que isso significa. E se decidirmos tomar (novas sanções), precisamos preparar contramedidas ou um antídoto ao mesmo tempo para proteger a economia europeia”.

O comandante cessante do PSD também parece estar a dizer que não cabia apenas a Portugal fornecer meios e meios para apoiar os refugiados (como acontece): isso deve ser feito através de alianças internacionais e instituições multilaterais, disse – sublinhando: “Não existe situação até que a população entenda a importância de um engajamento militar como a OTAN.”

natasha.donn@algarveresident.com

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