Editor, refiro-me à ‘Carta ao Editor’ datada de 12 de fevereiro de 2022 edição 1666, e li com interesse uma das cartas enviadas ao seu jornal intitulada “Negócios turísticos portugueses sendo destruídos por funcionários da UE”.

Embora eu respeite a opinião do autor descrita nele, não entendo o argumento do autor e gostaria de colocar a opinião correta no domínio público, pois equívocos / informações complicarão ainda mais a visão do público.

Considero que o autor é britânico e goza do período em que a Grã-Bretanha foi membro da União Europeia, mas, goste-se ou não, a verdade é que a Grã-Bretanha já não é membro da UE porque rejeitou o tratado e deixou.

Se o autor se referir e/ou incorporar o acordo de Schengen sob o domínio da UE, a Grã-Bretanha não é parte do tratado. Os países são completamente irrelevantes para a Grã-Bretanha. Debater/reclamar sobre a burocracia da UE (residentes legais até país da UE).

Cada país tem suas próprias restrições/requisitos de imigração e costumes, e o que um estado membro da UE ou seu cidadão pode fazer é especificado no tratado/tratados e se aplica apenas ao país membro e seus residentes legais, não ao Reino Unido. Políticos ambiciosos / sedentos de poder ou gangues como Boris Johnson e Nigel Farage foram capazes de enganar o público britânico por meio de desinformação / dados falsos e deixar a UE, então eles têm que conviver com isso.

Desculpe, o público britânico é um saco de otários e políticos do Brexit. A burocracia da UE não dita quem vai para onde e gasta, por exemplo em Portugal. A burocracia da UE está indo bem e Portugal se beneficiou imensamente e está fazendo muitas melhorias, não mortas.

Tuberculose, em Almans

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