Embora possa haver temores de que Portugal possa ser abafado pela crise, o primeiro-ministro falou que o país caminha para “águas mais calmas”.

Em entrevista à TVI, António Costa referiu: “Tivemos momentos em que receamos afundar até ao fundo. processo de controle. Ele não desapareceu e continuará viajando pelo mundo, os riscos de proliferação de variantes em outros continentes permanecem, mas conseguiremos chegar a um ponto de segurança.”

Na entrevista, o primeiro-ministro defendeu que a economia portuguesa (em particular as empresas) apresentava um elevado nível de resiliência, justificando a sua tese com base na taxa de desemprego atual.

“Felizmente, não estamos no Titanic, e o navio não afundou. Pelo contrário, o barco provou resistir bem à tempestade. Acho que estamos em boa forma para navegar em águas calmas”, acrescentou.

Referindo-se à implementação do plano de Recuperação e Resiliência (PRR), António Costa disse estar ciente dos “enormes desafios” que o seu governo enfrenta e rejeitou as consequências muito negativas do fim do apoio estatal à economia e à população.

“Esta direção [in support] estava diminuindo. Houve um tempo em que a densidade de apoios era muito alta, em que tínhamos muitas empresas recorrendo a demissões e muitos empregos apoiados por demissões, mas aos poucos, esse apoio deixou de ser necessário”, disse.

A esta altura, o primeiro-ministro chamou que Portugal “está a crescer novamente acima da média europeia, tal como fez em 2017, 2018 e 2019”.

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