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O responsável diz que a economia brasileira “não está nem perto” do mal como alguns pensam

BRASILIA (Reuters) – Um alto funcionário do Ministério da Economia do Brasil disse na quarta-feira que a desaceleração econômica no Brasil este ano não será tão ruim quanto alguns analistas acreditam, depois que o Fundo Monetário Internacional disse que agora espera uma contração de 9,1% nos Estados Unidos . A economia do país.

O ministro da Política Econômica, Adolfo Sachida, disse que os dados econômicos melhoraram nos últimos meses, a tal ponto que algumas das expectativas mais sombrias de um colapso de 7% do PIB, ou mais, terão que ser revistas para cima.

“Os dados que posso acessar hoje indicam que maio foi muito melhor do que abril e junho foi muito melhor do que maio”, disse Sachida em um debate ao vivo na web hospedado pela Arko Advice.

As expectativas oficiais do Ministério da Economia ainda apontam para uma queda de 4,7% no PIB neste ano, a mais severa desde o início dos registros, em 1900, devido ao colapso da atividade decorrente das medidas de isolamento social para combate ao Coronavírus.

Sachida disse que as estimativas do ministério se baseiam na reabertura da economia em junho. Isso não aconteceu, então o governo pode ter que revisar essa projeção em um grau “razoável”.

“Este ano vai ser difícil, mas não tão difícil como algumas pessoas pensavam”, disse Sachida.

O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, disse na quarta-feira que a economia pode encolher cerca de 6 a 7% neste ano.

Sachida disse ainda que os pagamentos emergenciais para trabalhadores de baixa renda serão estendidos até julho, um mês após os três meses inicialmente planejados, embora o valor ainda não tenha sido definido.

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maya, pediu que os pagamentos adicionais sejam mantidos em 600 riais (US $ 114) por mês, mas funcionários do governo disseram que custaria muito caro. (Preparado por Gabriel Ponte; Escrito por Jimmy MacGiver; Edição de Leslie Adler)