Dados do Banco Central do Brasil mostram que o país atraiu US$ 46,4 bilhões em investimento estrangeiro direto (Investimento estrangeiro direto) no ano passado, um aumento de 23% em relação a 2020. No entanto, as descobertas sugerem mais sobre o quão ruim 2020, em vez de retratar uma forte recuperação nos fluxos de dinheiro.

O investimento estrangeiro direto é um componente importante da balança de pagamentos de um país, que mede a quantidade de dinheiro que entra ou sai de sua economia por meio de investimentos, comércio de câmbio, remessas de lucros ou até mesmo turismo.

Embora quase um terço tenha permanecido abaixo dos níveis pré-pandemia, o investimento estrangeiro direto foi suficiente para cobrir o déficit da conta offshore, que aumentou 14,8% em 2021 para US$ 28,1 bilhões, à medida que as empresas enviavam mais lucros para o exterior e o comércio de serviços adiava. Quando o investimento estrangeiro direto não compensa o déficit, os países devem recorrer a outros instrumentos, como empréstimos, para preencher a lacuna.

No entanto, os sinais de desaceleração do IED surgiram em dezembro, quando o saldo de investimentos estrangeiros do país atingiu US$ 3,9 bilhões negativos – resultado que ocorreu apenas três vezes na história – e as remessas de lucros corporativos para sedes internacionais atingiram o recorde de US$ 10,2 bilhões. .

O banco central acredita que os resultados do mês foram apenas uma imagem passageira, dizendo que o investimento estrangeiro direto subirá para 55 bilhões de dólares em 2022. No entanto, especialistas Sugerir Foi um sinal de alerta de que as empresas estavam ficando cautelosas com o ambiente econômico e político do Brasil.

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