O último governador de Macau durante a administração portuguesa deixou o Conselho Geral e Supervisão da empresa portuguesa Energias de Portugal (EDP), segundo a Tribuna de Macau.

O ex-governador e vice-ministro das Obras Públicas e Comunicações do governo de Macau foi nomeado em 2012 supervisor independente por sugestão da estatal chinesa Three Gorges Corporation, que detém 19,03 por cento do grupo de poder.

A alteração foi aprovada pelos principais acionistas da EDP no dia 14 de abril, em votação que destituiu o presidente Luís Amado, o empresário Elidio Pinho, e os conselheiros Eduardo Catruga, Celeste Cardona, Jorge Braga de Macedo, Nuno Amado e Augusto Matthews.

O novo Conselho Fiscal, eleito por um período de três anos até 2023, foi reduzido de 21 para 16 membros e inclui o advogado chinês Zili Shao, com o seu novo presidente João Talon – ex-membro da Comissão Executiva do banco português BCP – proposto pelas Três Gargantas.

Vieira foi um dos membros mais ativos do comitê, com presença consistente em reuniões acima de 90 por cento no ano passado.

Um oficial do Exército português reformado foi governador de Macau entre 1991 e 1999 e beneficiou de uma das pensões mensais vitalícias mais elevadas que o governo português concedeu a ex-oficiais, cerca de 13.607 euros suspensos após serem nomeados para a EDP.

By Dinis Vicente

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