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O combate à pobreza e à desigualdade deve ser prioridade máxima

Por TPN / Lusa, na notícia · 2021-02-13 20:00:00 · 0 comentários

Os cidadãos da União Europeia consideram o combate à pobreza e às desigualdades sociais uma das grandes prioridades da União e que são os portugueses que mais gostam, de acordo com um inquérito publicado a 11 de fevereiro.

Quase metade (48 por cento) dos mais de 27.000 entrevistados entrevistados entre novembro e dezembro de 2020 para Parlometro (Eurobarômetro Parlamento Europeu) citam o combate à pobreza e à desigualdade social como uma prioridade.

Esta maioria é liderada por 1.012 portugueses, 76% dos quais destacam que esta batalha é da maior importância.

Em seguida na lista de prioridades dos portugueses estão o pleno emprego (bem acima da média europeia: 51 por cento contra 21 por cento), boa educação e protecção do ambiente.

A guerra contra o terrorismo e o crime organizado, que ocupa o segundo lugar ante a média europeia, nem sequer está entre os cinco primeiros portugueses.

Em termos de futuro, os portugueses reflectem a média europeia: são mais pessimistas quanto à sua vida (29 por cento consideram que a sua situação vai piorar no próximo ano, mais do que a generalidade 24 por cento) face à economia do seu país (47 por cento contra média da UE) 53 por cento).

Portugal também está entre os três países da União Europeia com mais entrevistados tendo dificuldade em pagar as contas, geralmente (15 por cento) ou às vezes (46 por cento).

Por outro lado, os portugueses estão acima da média (72 por cento) na convicção de que o plano de recuperação da UE vai ajudar a economia nacional a recuperar mais rapidamente dos efeitos negativos da epidemia (88 por cento).

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Entre os cidadãos dos 27 estados membros, os portugueses ocupam o primeiro lugar no reconhecimento das vantagens de pertencer à União Europeia, com uma taxa de 90 por cento, o que garante o segundo lugar na tabela geral.

Acresce que 78% dos portugueses consideram que a adesão à União Europeia é uma “coisa boa”, acima da média do grupo de 63%.

Os 72 por cento dos inquiridos que consideram que os seus países beneficiaram da integração europeia destacam, entre as vantagens, o crescimento económico (40 por cento), percentagem que os portugueses elevaram para 50 por cento, referindo também a melhoria dos padrões de vida e uma “voz mais forte”. o mundo”.

Entre 2019 e 2020, mais 19 por cento do que os portugueses consideraram que a União Europeia contribuiu para o crescimento da economia nacional.

Portugueses e irlandeses foram os que mais concordaram com a ideia da União Europeia (86 por cento).

Portugal é também o segundo (67 por cento), a seguir à Irlanda, na “imagem positiva” da União Europeia, embora haja mais portugueses que pretendem mudar a forma como a União Europeia é governada (44 por cento) do que portugueses que aprovam a União Europeia. Ela (42 por cento).

A noção de que a União Europeia é uma “coisa boa” aumentou na última década – 78% dos portugueses concordam com isso, e de facto os portugueses são os que menos acreditam que pertencer à União Europeia é “mau” para o país. (2%).

Os portugueses estão acima da média na satisfação com a democracia no seu país (65%), mas mais satisfeitos com a democracia na União Europeia (apenas 74% atrás da Irlanda).

Sinal disso é a avaliação positiva que a maioria dos portugueses atribui ao Parlamento Europeu (54%, acima da média) e a maior importância que desejam ter (71%).

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O Parlómetro analisa as percepções e opiniões dos cidadãos europeus sobre as suas vidas, os seus países e as instituições da União Europeia.