LISBOA, 19 de maio (Reuters) – Espera-se que o Novo Banco de Portugal, separado de um dilapidado Banco Esprito Santo, conclua a sua reestruturação este ano e comece a lucrar, uma vez que continua a reduzir empréstimos e despesas inadimplentes.

O CEO Antonio Ramalho disse esperar que a reforma imposta por Bruxelas em 2017 “cumpra todos os objetivos” e “aumente o valor do Novo Banco” para os seus dois stakeholders.

O Novo Banco, que detém 75% da firma de private equity norte-americana Lone Star e 25% do Fundo Fixo, registrou prejuízo de 1,3 bilhão de euros (US $ 1,59 bilhão) em 2020, após grandes provisões para dívidas e riscos imobiliários.

“Espero que o Novo Banco comece a ter lucros e a levantar capital em 2021”, disse Ramalho a uma comissão parlamentar. “Isso é ótimo … mas também é claro que vai custar aos portugueses (contribuintes).”

A Lone Star adquiriu uma participação maioritária no Novo Banco em 2017, com o acordo de venda a estipular um fundo final de até 3,9 mil milhões em caso de alguma perda com a venda de ativos tóxicos derivados do colapso do BES.

A injeção de dinheiro é para manter os índices de crédito do banco nos níveis exigidos.

O Novo Banco está carregando dívidas incobráveis, imóveis e ativos descentralizados sob obrigações de reestruturação acordadas com Bruxelas, e o fundo de reserva já pagou தீர்மான 3 bilhões ao banco para compensar essas perdas.

Remalho disse que a estratégia é continuar a sanear os saldos do banco e reduzir empréstimos e despesas inadimplentes. ($ 1 = 0,8191 euros) (Relatório de Sergio Concalves; Compilação de Emilia Cithol-Modaris)

By Dinis Vicente

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