O chefe da república alertou que a invasão russa da Ucrânia já tinha “enormes custos” e teria para a Europa, e que “tempos muito difíceis” estavam pela frente.

“Temos que garantir os bens básicos, garantir o funcionamento da economia e apoiar as empresas, começando pelas de setores vitais, a cuidar das pessoas, principalmente dos mais pobres e necessitados. Defendeu tudo isso com firmeza em valores e princípios, clareza nas decisões, mas calma na situação.”

Marcelo Rebelo de Sousa falava aos meios de comunicação social no Palácio da Cidadela de Cascais, na região de Lisboa, após uma reunião do Conselho de Estado cujo único ponto da ordem do dia era a situação na Ucrânia.

Bravura

“O que já aconteceu teve e terá custos enormes em todas as nossas vidas, especialmente na Europa. Não há como negar ou fingir que esses custos não vão diminuir de alguma forma em nossas vidas. E devemos enfrentá-los com a mesma coragem e determinação demonstrada ao longo dos últimos dois anos num espírito de unidade, coesão, solidariedade e eficácia.

O chefe de Estado considerou que Portugal tinha feito o que deveria ter feito desde o início desta guerra, e acrescentou: “Não temos ilusões sobre os tempos muito difíceis que estamos a viver aqui ou que virão, como aconteceu com a epidemia .”

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