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Expulsar vacinas lentamente em Portugal

Postado por DPN / Lusa, Notícias, Saúde · 03-02-2021 08:00:00 0 Comentários

Segundo dados divulgados no dia 1 de fevereiro, foram administradas na União Europeia (UE) mais de 8,2 milhões de vacinas contra o Covit-19, sendo a percentagem mais baixa de Portugal a primeira dose.

Sistema de rastreamento online lançado em 1º de fevereiro Centro Europeu para Controle e Prevenção de Doenças (ECDC), Com base em informações atualizadas fornecidas à UE por países, revelando que em 1º de fevereiro, 8.230.414 vacinas foram administradas contra Covit-19 na União Europeia e no Espaço Econômico Europeu.

Para Portugal, o país tem uma das percentagens mais baixas em comparação com a primeira administração de dose e está com 1,6 por cento, seguido pelos Países Baixos (1,5 por cento), Letónia (1,1 por cento), Chipre (0,9 por cento) e Eslováquia ( 0,5 por cento). Em relação à Dinamarca, não é apresentada a percentagem.

De acordo com ECTC Os dados mostram que Portugal já recebeu 338.290 vacinas contra o Covit-19, sendo a primeira dose 166.658, com base em informação repassada à agência europeia (os países são obrigados a comunicar a estrutura a cada 15 dias).

De acordo com informações divulgadas há uma semana pela Direcção de Saúde nas redes sociais, foram administradas até ao momento 249.891 vacinas em Portugal, incluindo primeira e segunda doses.

Nos dados publicados ECTC, Irlanda (11,5 por cento), Islândia (3,8 por cento), Malta (3,7 por cento), Finlândia (3,1 por cento), Eslovênia (3 por cento) e Polônia (3 por cento) estão entre os países mais avançados do primeira dose da vacina SARS-CoV-2.

No momento, as vacinas Pfizer-Biotech, que estão em uso desde dezembro, e Moderna, que estão em uso no intervalo da comunidade desde meados de janeiro, são administradas na UE com base na tecnologia de RNA mensageiro.

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No fim de semana passado, o regulador europeu deu ‘luz verde’ a uma vacina desenvolvida pela empresa farmacêutica AstraZeneca com a Universidade de Oxford, que tem sido atormentada por polêmicas sobre questões de distribuição.

Em Portugal, também surgiu polémica sobre a vacinação fora dos grupos prioritários.