Entrando na Holanda, Django McCroy subiu ao palco para cantar “The Birth of a New Age”, uma canção que foi formulada em resposta ao assassinato policial de George Floyd e o subsequente retorno do movimento Black Lives Matter ao redor do mundo.

A canção influenciada pelo gospel começa, saudando os manifestantes que exigiam justiça para Floyd no ano passado, “Complexion as Rich as Starlit Night / Your Rhythm is Rebellion.”

No coro, Macroe muda do inglês para o sranan tongo, a língua de seu nativo Suriname, país sul-americano que já foi colônia da Holanda. “Yu no man broko mi” canta continuamente: “Você não pode me quebrar.”

O Eurovision é conhecido por canções que assumem posições sobre questões sociais ou políticas. Em 1971, a alemã Katia Epstein cantou “Diese Welt” (“This World”), uma canção pró-ambiental que era drástica na época. Mais recentemente, as ações pressionaram pelos direitos dos gays, lésbicas e transgêneros na Europa.

Portanto, é ótimo ver Macroe continuar essa tendência – embora, infelizmente, ele quase não tenha chance de vencer. Poucos países ganharam o Eurovision duas vezes consecutivas. A Irlanda o fez três vezes na década de 1990, mas na terceira estava desesperada para não vencer novamente. O vencedor apresentará um programa no próximo ano e já começou a comissionar.

By Dinis Vicente

"Nerd de TV. Fanático por viagens. Fanático por mídia social aspirante. Defensor do café. Solucionador de problemas."

Leave a Reply

Your email address will not be published.